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App de IA da Meta, Muse, chega a 10 milhões de usuários

A Meta afirma que mais de 10 milhões de pessoas usam o Muse; um quarto compra pelo agente de IA, com gastos médios acima de US$ 200 por compra.

Por Publicado pelo Oossa: 1 min de leitura

Magnet.me · Unsplash

A Meta anunciou, em sua teleconferência de resultados do terceiro trimestre, que seu aplicativo de assistente de IA, Muse, já tem mais de 10 milhões de usuários. O número coincide com estimativas da Sensor Tower, empresa de inteligência de mercado, divulgadas no início da semana. Cerca de 25% das pessoas que configuraram o Muse usam o aplicativo todos os dias, segundo o CEO Mark Zuckerberg.

Compras impulsionam gastos elevados

Zuckerberg disse que pouco mais de um quarto dos usuários ativos do Muse faz compras pelo agente de IA e que essas pessoas gastam, em média, mais de US$ 200 por compra. O aplicativo usa o conector financeiro da Plaid para vincular as contas bancárias dos usuários; segundo a Plaid, ela nunca registrou esse nível de atividade em nenhum outro serviço. O Muse também oferece uma “Muse Secure VM” para manter os dados privados e, futuramente, uma “Muse Confidential VM”, que impedirá até mesmo a Meta de ver o conteúdo dos usuários.

O que vem a seguir para o Muse

A Meta chama esse marco de “product-market fit” e planeja expandir o Muse, com o objetivo de gerar mais receita por usuário do que seu conjunto principal de aplicativos, que hoje rende várias centenas de dólares por ano. A empresa espera reduzir os custos de computação em mais de dez vezes no prazo de um ano, tornando o serviço lucrativo à medida que cresce. O Muse também será integrado ao plano da Meta para seus óculos inteligentes e a uma futura “rede Muse”, que permitirá que os agentes dos usuários colaborem.

Por que importa

Para quem faz compras no dia a dia, o Muse oferece uma maneira de comprar sem usar as mãos e pode economizar tempo ao processar pagamentos por meio da Plaid. O aumento dos gastos e do uso diário sugere que o aplicativo pode se tornar um companheiro habitual de compras. Como a Meta planeja mantê-lo gratuito para a maioria dos usuários, o acesso terá baixo custo enquanto a empresa busca lucrar com as transações que o serviço viabiliza.

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